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  • MESTRADOS ISEP: CANDIDATURAS 2014

    Com 11 mestrados, o ISEP assume um compromisso com a especialização de profissionais de engenharia e inovação. Segunda fase de candidaturas: 25 de agosto - 1 de setembro.

    Com 11 mestrados, o ISEP assume um compromisso com a especialização de profissionais de engenharia e inovação. Segunda fase de candidaturas: 25 de agosto - 1 de setembro.

    O Instituto Superior de Engenharia do Porto é uma marca portuguesa de sucesso no ensino e inovação em engenharia. O nosso compromisso com o futuro passa pela especialização de profissionais com um forte perfil empreendedor e uma visão global de oportunidade.

    Os nossos 11 mestrados destinam-se a pessoas ambiciosas, dinâmicas e exigentes, que acreditam que a inovação e a criatividade podem moldar o futuro. Engenheiros interessados em contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais inteligente, inclusiva e sustentável. Profissionais motivados pela promessa de que a engenharia move o mundo e cria oportunidades.

    MESTRADOS ISEP
    Energias Sustentáveis
    Engenharia Civil
    Engenharia de Computação e Instrumentação Médica
    Engenharia Eletrotécnica e de Computadores*
    Engenharia Eletrotécnica – Sistemas Elétricos de Energia*
    Engenharia Geotécnica e Geoambiente**
    Engenharia Informática*
    Engenharia de Instrumentação e Metrologia
    Engenharia Mecânica
    Engenharia Química*
    Matemática Aplicada à Engenharia e às Finanças


    *Certificação de qualidade OE+EUR-ACE concluída
    **Certificação de qualidade OE+EUR-ACE em curso
    2 anos (120 ECTS)
    Horários pós-laborais
    Possibilidade de desenvolvimento do projeto final junto de um dos 10 grupos de investigação do ISEP ou numa das empresas parceiras.

    «No ensino politécnico, o ciclo de estudos de mestrado deve assegurar predominantemente a aquisição de uma especialização de natureza profissional.»
    Direção Geral do Ensino Superior

    «A nossa oferta de mestrados alia uma elevada componente prática à vasta experiência do corpo docente para preparar os estudantes para novas realidades e desafios regionais, nacionais e internacionais. É por isso que se apresentam como uma mais-valia para um percurso profissional na engenharia».
    Eduarda Pinto Ferreira, presidente do Conselho Pedagógico

    A velocidade do desenvolvimento tecnológico coloca uma pressão adicional nos profissionais ligados à engenharia. A formação contínua, através da frequência de cursos de qualidade, é fundamental para manter ou aumentar a competitividade, empregabilidade ou condições salariais, inclusive num contexto internacional».
    Maria João Viamonte, vice-presidente do Conselho Técnico-Científico

    A certificação de qualidade OE+EUR-ACE comprova a qualidade dos cursos e diplomados no panorama europeu, abrindo oportunidades de internacionalização.

    2ª FASE DE CANDIDATURAS
    25 de agosto - 1 de setembro de 2014
    www.isep.ipp.pt/mestrados

    +INFO: Gabinete de Pós-Graduação

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  • PRIMEIROS ESTUDOS DO MESTRADO EM MATEMÁTICA APLICADA À ENGENHARIA E ÀS FINANÇAS DEFENDIDOS COM SUCESSO

    Em julho, foram apresentados os primeiros projetos da edição inaugural. Nuno Aires e Ricardo Costa propõem soluções prontas a implementar junto de uma instituição bancária e do Grupo Nors.

    O Instituto Superior de Engenharia do Porto lançou o mestrado em Matemática Aplicada à Engenharia e às Finanças em 2012, para especializar matemáticos orientados para o mundo empresarial. Em julho, foram apresentados os primeiros relatórios de estágio da edição inaugural. Os projetos de Nuno Aires e Ricardo Costa foram desenvolvidos junto de uma instituição bancária e do Grupo Nors e propõem soluções prontas a implementar.

    “Prevenção e mitigação do risco de incumprimento mais eficaz na banca de retalho” é o nome do estudo desenvolvido por Nuno Aires junto de uma instituição bancária no Porto. Este trabalho desenvolve e operacionaliza modelos matemáticos aplicados ao tratamento de informação bancária para melhor definir classes de risco de incumprimento na banca de retalho. A proposta do mestre do ISEP permite ao Banco melhorar a perceção do risco de incumprimento dos clientes, relativamente às suas obrigações de crédito. Com esta ferramenta a instituição pretende perceber se, quando e como um cliente perderá a capacidade de pagar os seus créditos, mesmo antes de isso acontecer.

    «O trabalho superou em termos de resultados o que inicialmente era esperado, tendo dele resultado um protótipo de um modelo pronto a funcionar, que a instituição de acolhimento vai utilizar de forma produtiva e que será posteriormente integrado nos processos existentes», destacou o júri da prova.

    No mesmo dia foi também defendido o trabalho “Desenvolvimento de um modelo para a gestão de stocks no grupo Nors”. Este estudo de Ricardo Costa analise e compara modelos matemáticos de gestão de stocks para promover uma maior eficiência de processos no grupo industrial e comercial do Porto.

    O projeto faz uma explicação das métricas utilizadas na comparação da eficiência de alternativas e do modelo desenvolvido para a gestão de stocks no Grupo Nors, terminando com a demonstração dos resultados obtidos. Com o trabalho desenvolvido no âmbito deste projeto, a empresa prevê alcançar uma muito significativa redução no volume de peças em stock, com grandes vantagens financeiras e sem perder capacidade de resposta às solicitações dos clientes.

    Ricardo Costa «demonstrou uma excelente adaptação ao local de estágio, tendo revelado capacidade de compreender os desafios e de encontrar resposta para os mesmos com plena adequabilidade à empresa», referiu o júri, realçando que a empresa está preparada para avançar para uma fase de implementação.

    O Instituto Superior de Engenharia do Porto congratula Nuno Aires e Ricardo Costa, os seus dois primeiros mestres em Matemática Aplicada à Engenharia e às Finanças.

    Este mestrado especializa matemáticos com competências de modelação e resolução de problemas para apoiarem a competitividade e inovação em ambientes empresariais.

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  • SELO EUR-ACE ATRIBUIDO À LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELETROTÉCNICA E DE COMPUTADORES

    A qualidade da formação do ISEP volta a ser distinguida com o selo europeu de qualidade EUR-ACE . A Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores foi agora distinguida com esta marca de qualidade. Este é o 6º selo de qualidade EUR-ACE atribuído a cursos do ISEP, colocando a instituição como a segunda com maior número de selos EUR-ACE em Portugal.

    A qualidade da formação do ISEP volta a ser distinguida com o selo europeu de qualidade EUR-ACE . A Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores agora distinguida com esta marca de qualidade representa o 6º selo de qualidade EUR-ACE atribuído a cursos do ISEP, colocando a instituição como a segunda com maior número de selos EUR-ACE em Portugal.

    Atualmente, já com vários cursos de mestrado e licenciaturas reconhecidos pela marca OE+EUR-ACE, O Instituto Superior de Engenharia do Porto continua a apostar no reconhecimento europeu da qualidade da sua oferta formativa.

    O EUR-ACE compreende um Quadro de Qualificações Sectorial e um Quadro de Padrões de Avaliação de Qualidade desenvolvido por 14 instituições profissionais e académicas europeias, incluindo a Ordem dos Engenheiros. No seu seguimento, a OE desenvolveu e implementou o Sistema de Avaliação de Qualidade de Cursos de Engenharia OE+EUR-ACE, destinado às escolas de engenharia portuguesas. De acordo com a Ordem dos Engenheiros, o potencial desta marca diferenciadora reconhece a qualidade, gera confiança e apoia positivamente a internacionalização dos diplomados.
     

    +INFO:  OE |EUR-ACE

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  • APLICAÇÃO DO EPANET 2.0 A REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

    O Instituto Superior de Engenharia do Porto tem ajudado a desvendar oportunidades para a competitividade e renovação do setor da construção e reabilitação. Um exemplo é o projeto desenvolvido por Aranzazu López, Elvira Molina e Lucia Ruigómez.

    Ao nível do aproveitamento de novas tecnologias e materiais em projetos de construção, no compromisso com a reabilitação urbana, na integração ambiental e gestão da sustentabilidade ou em áreas clássicas, o Instituto Superior de Engenharia do Porto tem ajudado a desvendar oportunidades para a competitividade e renovação do setor.

    O dinamismo que o ISEP tem demonstrado no cruzamento de aspetos emergentes e tradicionais da engenharia civil explica a sua crescente atratividade para estudantes estrangeiros. O mestrado em Engenharia Civil mantém um protocolo de dupla titulação com a Universidade Presbiteriana Mackenzie, abrindo o mercado brasileiro aos diplomados portugueses. Do lado europeu, o caso das estudantes espanholas Aranzazu López, Elvira Molina e Lucia Ruigómez ilustra também o interesse de uma dupla titulação ibérica, que estende o reconhecimento académico a um mercado de 58 milhões de habitantes.

    As três diplomadas em Arquitetura Técnica pela Universidade Politécnica de Madrid (UPM) tinham realizado uma mobilidade Erasmus no ISEP em 2012/13 e decidiram regressar ao Porto para obter a licenciatura em Engenharia Civil, após um processo de equivalências inédito no Departamento de Engenharia Civil, realizado por Ricardo Santos coordenador Erasmus. Recentemente, defenderam o seu projeto final: “Aplicação do EPANET 2.0 a Redes de Distribuição de Água”, desenvolvido para a unidade curricular de Projeto Integrado.

    O projeto das três estudantes ibéricas «aproveita o software desenvolvido pela Agência de Proteção Ambiental norte-americana (U. S. Environmental Protection Agency) para abordar o desenvolvimento de uma rede de abastecimento de água potável para um loteamento do Grande Porto», descreve Maria de Fátima Portela, diretora da licenciatura em Engenharia Civil.

    «Esse loteamento urbano compreendia uma área residencial, um conjunto de áreas verdes, desportivas e de lazer, uma área cultural e uma outra destinada a complexos industriais, tendo as estudantes começado por avaliar as necessidades desta comunidade, além de todo um conjunto de soluções de traçado e de escolha do material das tubagens. A utilização do software permitiu efetuar uma modelação hidráulica da rede e analisar diversas situações, como, por exemplo, a atuação de combate a incêndios», informou Tiago Abreu, professor do ISEP que orientou o projeto.

    «O EPANET demonstrou ser uma ferramenta eficaz e facilitadora no que concerne à modelação hidráulica da rede, mas gostaria sobretudo de destacar a qualidade do trabalho das três estudantes do ISEP, cujo estudo é um exemplo da capacidade de renovação e de modernização da engenharia civil», destaca Tiago Abreu.

    «Embora já tivessem uma boa formação de uma prestigiada escola como a UPM, o facto de terem regressado ao ISEP, depois de uma primeira experiência de mobilidade, atesta a reputação que o Instituto Superior de Engenharia do Porto tem conquistado além-fronteiras. E neste caso, em particular, na área engenharia civil, cujas licenciatura, mestrado e pós-graduações têm apresentado um corpo docente, equipamentos e planos de estudo muito competitivos para formar e especializar profissionais para os setores da construção e reabilitação», remata a diretora da licenciatura.

    Licenciatura em Engenharia Civil

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  • CISTER DISTINGUISHED SEMINAR SERIES: FRANK MUELLER

    O Centro de Investigação em Sistemas Computacionais Embebidos e de Tempo-Real recebe Frank Mueller (North Carolina State University, EUA) para a próxima sessão da CISTER Distinguished Seminar Series.

    ISEP | Auditório CISTER
    1 de setembro de 2014 | 11:30

    O Centro de Investigação em Sistemas Computacionais Embebidos e de Tempo-Real recebe Frank Mueller (North Carolina State University, EUA) para a próxima sessão da CISTER Distinguished Seminar Series.

    PREDICTABILITY FOR UNI- AND MULTI-CORE REAL-TIME/CYBER-PHYSICAL SYSTEMS

    This talk highlights challenges and contributions in worst-case execution time analysis for real-time system considering architectural changes over time and discusses future trends and open research problems.

    FRANK MUELLER (NORTH CAROLINA STATE UNIVERSITY, USA)

    Frank Mueller is a Professor in Computer Science and a member of multiple research centers at North Carolina State University. Previously, he held positions at Lawrence Livermore National Laboratory and Humboldt University Berlin, Germany. He received his Ph.D. from Florida State University in 1994.
    He has published papers in the areas of parallel and distributed systems, embedded and real-time systems and compilers. He is a member of ACM SIGPLAN, ACM SIGBED and a senior member of the ACM and IEEE Computer Societies as well as an ACM Distinguished Scientist.
    He is a recipient of an NSF Career Award, an IBM Faculty Award, a Google Research Award and a Fellowship from the Humboldt Foundation.

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  • PÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE E SEGURANÇA

    Entre 1-30 de setembro, encontram-se abertas as candidaturas à pós-graduação em Sistemas Integrados de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança.

    Por indicação do presidente do Instituto Superior de Engenharia do Porto, professor doutor João Rocha, encontra-se aberto o período de candidaturas do curso de pós-graduação em Sistemas Integrados de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança (PGSIGQAS), cujo edital se encontra em anexo.

    EDITAL

    CANDIDATURAS ENTRE 1-30 DE SETEMBRO DE 2014
    www.isep.ipp.pt/pos-graduacoes

    DIRETOR DA PGSIGQAS
    Manuel Pereira Lopes (mpl@isep.ipp.pt)

    +INFO: PGSIGQAS

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  • MUSEU DO ISEP: DESTAQUE DE AGOSTO

    Bússola de declinação permite saber a declinação, através da observação da agulha magnética, relativamente à linha que define a direção Norte-Sul.

    Bússola de declinação permite saber a declinação, através da observação da agulha magnética, relativamente à linha que define a direção Norte-Sul.
    A declinação de uma agulha é a diferença que uma bússola marca entre o norte geográfico e norte magnético.

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  • ESTUDO AVALIA OS EFEITOS DO COMBATE AOS INCÊNDIOS NA SAÚDE DOS BOMBEIROS

    Projeto do Grupo de Reações e Análises Químicas analisa impactos dos incêndios na saúde dos bombeiros. O estudo do grupo de investigação do ISEP é desenvolvido em parceria com a UP, INSA e IPB.

    Projeto do Grupo de Reações e Análises Químicas (GRAQ-REQUIMTE) analisa impactos dos incêndios na saúde dos bombeiros. O estudo do grupo de investigação do Instituto Superior de Engenharia do Porto vai analisar a exposição dos “soldados da paz” em parceria com a Universidade do Porto (UP), Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e o Instituto Politécnico de Bragança (IPB).

    «Este estudo pretende avaliar a exposição ocupacional de bombeiros portugueses a grupos de poluentes existentes em níveis elevados no ar em ambiente de fogos florestais, em particular a matéria particulada e os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos», refere Simone Barreira Morais, investigadora do ISEP.

    Para este estudo vão ser recolhidas amostras de ar e do sangue e urina de bombeiros das 15 corporações do distrito de Bragança, em três fases distintas: antes, durante e após a época de incêndios florestais.

    «Como o nosso organismo possui a capacidade de biotransformar os compostos tóxicos a que está exposto em substâncias capazes de serem eliminados pelo organismo, nomeadamente pela urina, pretende-se correlacionar os níveis de poluentes detetados no ar em ambiente de fogos florestais com os níveis totais dos biomarcadores desses poluentes na urina e com possíveis danos genéticos», indica a investigadora.

    O objetivo desta investigação é analisar a exposição dos bombeiros durante a época de fogos florestais e os impactos na sua saúde. «Pretende-se estimar os riscos para a saúde dos operacionais diretamente expostos aos poluentes selecionados», indica.

    O estudo insere-se numa tese de doutoramento que está a ser desenvolvida junto do GRAQ-REQUIMTE, com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

    O Grupo de Reação e Análises Químicas é um dos 10 grupos de investigação e desenvolvimento do Instituto Superior de Engenharia do Porto. Especializado nas áreas da química analítica, ambiente e sustentabilidade, o GRAQ tem desenvolvido projetos nacionais e internacionais para os setores da energia, saúde, indústria farmacêutica, segurança alimentar, ambiente e novos materiais.

    Está também integrado no REQUIMTE – Laboratório Associado para a Química Verde, que passou recentemente à segunda fase de avaliação da FCT.

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  • O LIVRO DE OBRA NAS OBRAS PARTICULARES

    Finalistas da licenciatura em Engenharia Civil apresentam estudo sobre potencialidades de ferramentas digitais para melhorar a gestão de projetos de construção e reabilitação.

    Finalistas da licenciatura em Engenharia Civil apresentam estudo sobre potencialidades de ferramentas digitais para melhorar a gestão de projetos de construção e reabilitação. “O Livro de Obra nas Obras Particulares” foi elaborado por Flávia Ferreira, Catarina Seabra e Luís Costa.

    Este trabalho incide sobre as implicações, no âmbito da gestão das atividades enquadrando todos os intervenientes no processo associado aos registos no Livro de Obra.

    «Trata de uma forma clara e concisa as implicações da inevitável digitalização de procedimentos, as mais-valias inerentes a um melhor registo, acesso e partilha da informação e analisa ainda o papel e a postura dos diversos intervenientes de uma obra, incluindo a “resistência” ainda sentida face a plataformas informáticas», refere Maria de Fátima Portela, diretora da licenciatura em Engenharia Civil.

    O estudo desenvolvido pelos estudantes do Instituto Superior de Engenharia do Porto evidencia a importância do Livro de Obra para resolver questões objetivas ou subjetivas de responsabilidade civil, obrigacional ou extra-obrigacional, assim como algumas das dificuldades inerentes ao processo.

    Além da correta e criteriosa utilização do Livro de Obra, Flávia Ferreira, Catarina Seabra e Luís Costa apontam à utilidade de integrar software próprio. A criação do formato interativo proporciona, além de uma maior facilidade no preenchimento, uma maior rapidez e agilidade para a fiscalização confirmar a veracidade dos registos.

    A diretora da licenciatura em Engenharia Civil alerta para o facto de já se encontrarem no mercado vários softwares e equipamentos de extrema utilidade aos profissionais de engenharia civil, mas que ainda não são plenamente utilizados.

    O estudo agora apresentado pelos finalistas do ISEP avança as conclusões de um inquérito, realizado junto de profissionais ligados à área de engenharia civil, empresas de construção e câmaras municipais e teve como principal objetivo obter uma estimativa do conhecimento referente ao assunto em estudo por parte dos destinatários.

    «Os inquéritos realizados às câmaras municipais foram notáveis, atendendo ao facto, de referirem para além dos meios usados, as perspetivas futuras dos municípios e opiniões dos funcionários que lidam diariamente os documentos», destaca a docente do ISEP.

    «Integrando aspetos da gestão de pessoas e de projetos, questões legais e de responsabilidade civil associadas à Engenharia Civil, a subárea de gestão da construção pavimenta um futuro mais claro e racional para os profissionais do setor, ajudando a responder a muitas das ambiguidades que frequentemente surgem nos projetos de construção e de reabilitação e apoiando a competitividade e o futuro das empresas», indica Maria de Fátima Portela.

    O estudo desenvolvido pelos finalistas da licenciatura em Engenharia Civil, Flávia Ferreira, Catarina Seabra e Luís Costa foi orientado por Vitor Freitas.

    Licenciatura em Engenharia Civil

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  • ISEP PARTICIPA NA ESCOLA DE VERÃO MOMENDYS

    O Instituto Superior de Engenharia do Porto foi um dos participantes desta escola de verão, que constituiu um ponto de partida para uma cooperação internacional multidisciplinar.

    Peritos das áreas da engenharia, controlo, ciências da computação, matemática e física computacional reuniram-se em Villach, Áustria, para ensinarem como se modelam sistemas dinâmicos a estudantes de diversas nacionalidades. O Instituto Superior de Engenharia do Porto foi um dos participantes desta escola de verão, que constituiu um ponto de partida para uma cooperação internacional multidisciplinar.

    Apoiando-se no OpenModelica, ferramenta computacional utilizada para modelar e simular sistemas dinâmicos em ambientes industriais e académicos, a Escola de Verão Momendys tinha como objetivo enriquecer os conhecimentos dos estudantes participantes na modelação de sistemas dinâmicos do mundo real.

    O curso apostou numa metodologia centrada nos resultados de aprendizagem para desenvolver competências ao nível do projeto, simulação, analise e avaliação de modelos e diferentes abordagens de modelação.

    «A Escola de Verão Momendys atingiu todos os objetivos propostos. Houve lugar à apresentação e discussão de material didático, que geralmente não consta dos planos curriculares, mas cuja forte aplicabilidade é relevante do ponto de vista industrial. Este foi um dos aspetos mais valorizados pelos participantes, nomeadamente pelos alunos do ISEP que participaram na escola. Houve ainda uma visita de estudo à Infineon Technologies, líder mundial na produção de semicondutores para as indústrias automóvel e eletrónica, assim como para chips de cartões e sistemas de segurança», refere Carla Pinto, docente do Departamento de Matemática.

    A professora do ISEP destaca «a grande entrega por parte de todos estudantes», em particular dos estudantes do ISEP, que «trabalharam em grupos de diferentes nacionalidades em pequenos projetos». Estas interações foram bem-sucedidas e alimentaram o desejo de participação na mobilidade Erasmus e noutros projetos de intercâmbio internacional.

    O sucesso da escola de verão levou a que «este ou outros eventos similares de cooperação entre diversas instituições internacionais de ensino superior, nomeadamente o ISEP, estejam já a ser pensados para o futuro», concluiu Carla Pinto.

    Estiveram envolvidos na Escola de Verão Momendys 26 estudantes de diferentes instituições europeias e não-europeias de ensino superior.

    PARTICIPANTES
    Instituto Superior de Engenharia do Porto
    Blekinge Institut of Technology
    Linköpings universitet
    Petrozavodsk State University
    Slovenská Technická Univerzita v Bratislave
    Univeza v Mariboru

    Coordenador da Escola de Verão Momendys: Andreas Pester.

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  • CURSOS FORMAÇÃO DO DEI: INSCRIÇÕES ABERTAS

    O ISEP vai promover diversas formações de curta duração sobre os sistemas operativos Android, iOS e Linux, no último quadrimestre de 2014.

    O Instituto Superior de Engenharia do Porto vai promover diversas formações de curta duração sobre os sistemas operativos Android, iOS e Linux, no último quadrimestre de 2014. Estas formações iniciam em outubro, são lecionados pelo Departamento de Engenharia Informática e centram-se em temas de relevância para estudantes e colaboradores do universo Politécnico do Porto.

    CURSOS FORMAÇÃO DO DEI
    Calendarização OUT-DEZ 2014

    iOS Avançado (1ª edição)
    Início em 4 de outubro de 2014

    LPI 101 (4ª edição)
    Início em 4 de outubro de 2014

    LPI 201 (1ª edição)
    Início em 4 de outubro de 2014

    Plataforma Android (7ª edição)
    Início em 18 de outubro de 2014

    LPI 102 (2ª edição)
    Início em 8 de novembro de 2014

    As inscrições estão abertas, sendo as vagas atribuídas por ordem de chegada.

    +INFO: Formação DEI

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  • FORMAÇÕES E-LEARNING PARA PROFESSORES DE MATEMÁTICA

    O ISEP, através do Departamento de Matemática, está a organizar várias ações de formação em e-learning destinadas a professores dos ensinos básico e secundário. Inscrições abertas.

    O Instituto Superior de Engenharia do Porto, através do Departamento de Matemática (DMA), está a organizar várias ações de formação destinadas a professores dos ensinos básico e secundário. Os cursos funcionam em regime de e-learning e iniciam em setembro. Inscrições abertas.

    PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA (E-LEARNING)
    CCPFC/ACC-78653/14, 1 crédito
    Início: 6 de setembro de 2014
    Duração: 6 semanas (sábados), 5 semanas e-learning e 1 semana presencial no ISEP

    VARIÁVEIS ALEATÓRIAS E DISTRIBUIÇÕES (E-LEARNING)
    CCPFC/ACC-78463/14, 1 crédito
    Início: 4 de outubro de 2014
    Duração: 6 semanas (sábados), 5 semanas e-learning e 1 semana presencial no ISEP

    TEORIA DE GRAFOS (E-LEARNING)
    CCPFC/ACC-78657/14, 1 crédito
    Início: 8 de novembro de 2014
    Duração: 6 semanas (sábados), 5 semanas e-learning e 1 semana presencial no ISEP

    INFERÊNCIA ESTATÍSTICA (E-LEARNING)
    CCPFC/ACC-78473/14, 1 crédito
    Início: 7 de março de 2015
    Duração: 6 semanas (sábados), 5 semanas e-learning e 1 semana presencial no ISEP

    LATEX (E-LEARNING)
    CCPFC/ACC-78465/14, 1 crédito
    Início: 2 de maio de 2015
    Duração: 6 semanas (sábados), 5 semanas e-learning e 1 semana presencial no ISEP

    GEOGEBRA (E-LEARNING)
    CCPFC/ACC-78658/14, 1 crédito
    Início: 8 de maio de 2015
    Duração: 6 semanas (sábados), 5 semanas e-learning e 1 semana presencial no ISEP

    Os cursos estarão abertos durante seis semanas, cinco das quais serão lecionados via e-learning. Na última semana, os formandos terão sessões presenciais no ISEP para apresentar e discutir o trabalho final.

    +INFO: Formação Contínua DMA

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  • ENGENHARIA ISEP NAVEGA DA GALIZA AO MEDITERRÂNEO

    Parceiro do cluster Oceano XXI, o Instituto Superior de Engenharia do Porto vai estar na Universidade Itinerante do Mar 2014, para testar potencialidades da engenharia para explorar o conhecimento e a economia do mar.

    Parceiro do "cluster" Oceano XXI, o Instituto Superior de Engenharia do Porto vai estar na Universidade Itinerante do Mar (UIM) 2014. Quatro estudantes e uma docente vão representar o ISEP e testar potencialidades da engenharia para explorar o conhecimento e a economia do mar.

    «A participação do Instituto Superior de Engenharia do Porto na UIM reveste-se de uma importância estratégica. Por um lado, proporciona aos estudantes uma experiência única de aprendizagem in situ – os cursos de mar a bordo do navio-escola Creoula. Por outro lado, a instituição reforça a sua posição, internacionalização e parcerias no domínio da engenharia do mar», destaca Benedita Malheiro, docente do Departamento de Engenharia Eletrotécnica.

    A engenharia do mar representa «um dos domínios de investigação, desenvolvimento e inovação do ISEP e, em particular, da especialização em sistemas autónomos do mestrado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores», aponta a professora, que refere «o interesse e as capacidades dos engenheiros formados no ISEP para contribuírem com soluções para os desafios da economia do mar»

    «Autonomia energética, desenvolvimento e exploração sustentável dos recursos marinhos, navegação, operações de socorro, monitorização remota da qualidade da água e do ar, das condições meteorológicos e dos recursos são algumas das inúmeras vertentes onde a engenharia pode e deve dar o seu contributo na exploração de um dos maiores recursos nacionais. Estas vertentes são incontornáveis para uma tomada de decisão estratégica, política e empresarial corretamente fundamentada», indica Benedita Malheiro.

    Já Filipe Silva, um dos estudantes que irá representar o ISEP na UIM, aponta à «oportunidade única de expandir horizontes, que poderá desvendar novos conhecimentos e contactos».

    O mestrando em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores vê na robótica e sistemas autónomos «o principal meio de exploração aquática e subaquática na atualidade», sendo um aliado fundamental para potenciar os recursos marinhos e energéticos».

    Neste sentido, a possibilidade de participar na UIM 2014 é enquadrada com o investimento global do ISEP para providenciar oportunidades aos seus estudantes.

    «A variedade de possibilidades que o ISEP apresenta aos alunos para expandirem os seus horizontes e a forte componente prática que impõe nos seus cursos são os elementos que destaco da minha experiência», releva Filipe Silva.

    «O ISEP é instituição do ensino superior europeu exigente, moderna e internacionalizada, que está comprometida com os mais recentes paradigmas da educação e aprendizagem em engenharia. Possui uma oferta formativa de qualidade, abrangente e diversificada, que inclui 11 licenciaturas e 11 mestrados. O próprio dinamismo na organização e participação em concursos, eventos e formações temáticas é pensado para promover o desenvolvimento profissional, científico, social e pessoal dos estudantes, apoiando a integração profissional e as perspetivas de evolução na carreira», finaliza Benedita Malheiro.

    Coorganizada pela Universidade do Porto, Universidade de Oviedo (Espanha) e Escola Naval (o ISEP é parceiro na qualidade de entidade associada), a UIM tem como tema este ano a “A Península Ibérica Costa a Costa. Valorização dos Ecossitemas Marinhos”, englobando duas rotas:
    1º curso – Porto-Avilés-Cies-Porto-Berlengas-Lisboa-Porto (30 de julho – 9 de agosto)
    2º curso – Porto-Lisboa-Ceuta-Formentera-Palma de Maiorca-Barcelona-Porto (8-22 de agosto).

    Filipe Silva, Hélder Oliveira, Bruno Matias e Tiago Santos, mestrandos em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, juntamente com Benedita Malheiro, serão os embaixadores ISEP para o mar.

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JÁ FIZESTE A TUA ESCOLHA? NO ISEP, TEMOS 11 OPÇÕES COM FUTURO

O Instituto Superior de Engenharia do Porto lança os votos de sucesso académico a todos os candidatos ao ensino superior. Temos 845 vagas disponíveis entre as nossas 11 licenciaturas.

O Instituto Superior de Engenharia do Porto lança os votos de sucesso académico a todos os candidatos ao ensino superior. Temos 845 vagas disponíveis entre as nossas 11 licenciaturas em diversas áreas da engenharia.

O ISEP é uma escola de inovação, tecnologia e empreendedorismo. Desde 1852 que formamos profissionais para lidarem com o futuro.

Formação com certificação de qualidade europeia Ordem dos Engenheiros+EUR-ACE
Orientação para o mundo-real e forte ligação às empresas
Perspetivas de carreira em áreas com elevado potencial
Integração em redes de investigação e desenvolvimento internacionais
Localização no maior pólo universitário do Porto


Em 2013, o ISEP recebeu mais de duas mil candidaturas às 11 licenciaturas. Prestígio, qualidade e perspetivas de futuro ajudam a perceber porquê.

LICENCIATURAS ISEP (CÓDIGO DE CANDIDATURA)
3 anos (180 unidades ECTS) | Horários diurnos e pós-laborais | Propinas: €950/ano
Engenharia Civil (3135/9089): 80 vagas
Engenharia de Computação e Instrumentação Médica (3135/9495): 26 vagas
Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (3135/9112): 150 vagas
Engenharia Eletrotécnica – Sistemas Elétricos de Energia (3135/9110): 55 vagas
Engenharia Geotécnica e Geoambiente (3135/9117): 25 vagas
Engenharia Informática (3135/9119): 210 vagas
Engenharia de Instrumentação e Metrologia (3135/9094): 20 vagas
Engenharia Mecânica (3135/9123): 150 vagas
Engenharia Mecânica Automóvel (3135/9936): 35 vagas
Engenharia Química (3135/9125): 54 vagas
Engenharia de Sistemas (3135/8316): 40 vagas

O ensino no ISEP orienta-se para a investigação aplicada à compreensão e solução de problemas concretos. A oferta formativa garante o desenvolvimento de competências e conhecimentos culturais, científicos e técnicos com vista à inovação e exercício profissional.

No final dos três anos da licenciatura, os diplomados ISEP possuem competências reconhecidas pelo mercado de trabalho, podendo solicitar a sua admissão à Ordem dos Engenheiros ou à Ordem dos Engenheiros Técnicos.

Os diplomados ISEP têm ainda garantido o acesso ao mestrado, no ano seguinte à conclusão do curso.

Para esclarecimentos sobre uma candidatura aos cursos do ISEP, por favor contacte-nos.

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